Três regras básicas: o que as franquias podem ou não fazer nas redes sociais

Três regras básicas: o que as franquias podem ou não fazer nas redes sociais

Três regras básicas: o que as franquias podem ou não fazer nas redes sociais

As redes sociais estão se consolidando como ferramenta fundamental para a comunicação entre franquias e seus clientes. No entanto, para garantir a segurança na comunicação e nas ações desenvolvidas por meio das fanpages, é fundamental seguir padrões e cuidados especificados nos manuais para franqueados. Para não criar conflitos com o franqueador e garantir a transparência, vamos entender o que as franquias podem ou não fazer nas redes sociais.
 
Para começo de conversa, a manutenção de todo tipo de página de relacionamento deve ser centralizada nas mãos do franqueador. Com isso, espera-se um controle maior do que é postado, já que ele tem pleno conhecimento sobre o que as franquias podem ou não fazer nas redes sociais. Espera-se, ainda, uma manutenção da linguagem da marca e, sobretudo, um acompanhamento de perto do que é postado pelos clientes, o que facilitará a identificação de uma crise.
 
Caso esta centralização não seja possível, o contrato entre as duas partes deve incluir, no capítulo que fala sobre as possíveis formas de utilização da marca, regras claras sobre redes sociais. Uma alternativa é incluir normas sobre o assunto nos manuais do franqueado, detalhando o que as franquias podem ou não fazer nas redes sociais.
 
Além deste procedimento básico, deve-se seguir uma rotina de cuidados com a orientação dos franqueados. Esta rotina deve incluir direcionamentos constantes. Geralmente, a maior dúvida do franqueado é sobre como ele deve agir caso algo ruim for postado em sua página. Portanto, deve-se focar neste ponto com frequência. Caso a crise aconteça, é importante que o franqueado entre em contato com o franqueador para receber orientações antes de agir ou de tomar alguma providência diretamente na rede social, como responder ao comentário negativo.
 
Outra questão delicada está relacionada à utilização do Facebook como canal de vendas. Franqueadores devem ser informados imediatamente se houver qualquer intenção de implantar o “f-commerce”, já que se trata de uma atividade regulada pelo Código de Defesa do Consumidor. Ou seja, qualquer deslize pode arranhar diretamente a imagem da marca franqueada.

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